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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Barbárie

Sei que ainda não atingimos um grau de evolução do aparelho mental, um nível de maturidade, que nos permita, a curto prazo, deixar de apreciar a brutalidade e deixar de ser sensíveis às emoções mais primárias que ainda aprisionam os Humanos. Uns mais do que outros.

Também nesta matéria a Arte, a Cultura, a Criatividade e a Imaginação podem desempenhar um papel importante para o desencadear e o desenvolver de novos mundos interiores do Homem que permitam a catarse às pulsões mais básicas.
Cientes destas circunstâncias, tem de perceber-se também que esta prática, a tortura de um animal, para além de outros aspectos de ordem comercial , é um importante modulador comportamental e emocional, tanto individual como colectivo. De novo mais para uns do que para outros.
O que não se pode aceitar é que, à revelia do mundo mais desenvolvido, em Portugal se continuem a usar os meios de todos para estimular e disseminar a bestialidade de poucos.
A RTP, no passado Domingo, prestou um péssimo serviço à Humanidade e a Portugal ao transmitir mais uma tortura de toiros em cativeiro.

Por eles, responsáveis da RTP, que não sabem o que fazem, lastimo a forma grotesca como alguns continuam a tratar os animais e peço desculpa a todas as crianças!