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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O 31 de Janeiro de 1891 no centenário da República

No dia 31 de Janeiro comemoram-se os 119 anos da primeira revolta republicana em Portugal. A Associação 31 de Janeiro, presidida por Joaquim Couto, inicia as comemorações no dia 30, às 21h30, no Ateneu Comercial do Porto, com Amadeu carvalho Homem a dar uma conferência subordinada ao tema “Como construir a República no século XXI”.
No dia seguinte, o programa contínua às 10h00, no cemitério do Prado do Repouso, onde vão acontecer uma série de intervenções junto ao monumento evocativo do 31 de Janeiro. Segue-se um momento musical, com os alunos do 2º ciclo do Colégio dos Órfãos a cantar o Hino Nacional.

Às 17h00 vai ser descerrada uma placa alusiva ao centenário da República, na Praça dos Poveiros, e às 18h00 inaugura a exposição “Quem fez a república”, no Ateneu Comercial do Porto. Meia hora mais tarde, no mesmo espaço, será apresentado o livro “A Maçonaria e a Implementação da República”, da autoria do Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Professor António Reis.

No dia 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, registou-se um levantamento militar contra as cedências do Governo e da Coroa ao ultimato britânico de 1890. Os revoltosos ouviram Alves da Veiga proclamar o governo provisório da República a partir do edifício da então Câmara Municipal, na Praça da Liberdade e aí hastear uma bandeira vermelho e verde. Com fanfarra, foguetes e vivas à República, a multidão decide subir a Rua de Santo António (actual Rua de 31 de Janeiro), em direcção à Praça da Batalha, com o objectivo de tomar a estação de Correios e Telégrafos. No entanto, o festivo cortejo foi bruscamente interrompido por uma forte carga de artilharia e fuzilaria da Guarda Municipal, posicionada na escadaria da igreja de Santo Ildefonso, no topo da rua, vitimando indistintamente militares revoltosos e simpatizantes civis. Terão sido mortos 12 revoltosos e 40 feridos.

PROGRAMA DA ASSOCIAÇÃO 31 DE JANEIRO

DIA 30

21h30 – Ateneu Comercial do Porto - Conferência subordinada ao tema:

“Como construir a República na século XXI” Conferencista: Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem

DIA 31

10h00 – Cemitério do Prado do Repouso (Entrada Largo Padre Baltazar Guedes)

– Intervenções junto ao monumento evocativo do 31 de Janeiro.

- Hino Nacional cantado por alunos do 2º Ciclo do Colégio dos Órfãos.

17h00 – Praça dos Poveiros - Descerramento de placa alusiva ao centenário da República.

18h00 – Ateneu Comercial do Porto - Abertura da exposição, “Quem fez a República”

18h30 – Ateneu Comercial do Porto – Apresentação do livro: “A Maçonaria e a implementação da República” pelo Professor António Reis.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Assim, NÃO!

Em relação às últimas notícias que envolvem a edilidade maiata não posso deixar de estar de acordo genericamente com Mário Nuno Neves, em especial quando diz "Todos os dias aparecem noticiados mais “coisas e loisas” e uma torrente de comentários e contra-comentários de jornalistas que são comentaristas e de comentaristas que são jornalistas (é que já se torna difícil perceber o que é muita dessa gente é efectivamente)." Ainda mais quando se noticiam em grandes parangonas a PJ ter visitado a casa de A e de B.

Porque é que a PJ, reiterada e impunemente, permite, de maneira selectiva, que informação classificada seja publicada? Porque é que jornalismo e informação cada vez mais são antónimos?

Tal como o PS no concelho da Maia parece que também algumas das mais importantes instituições em que assentam o Estado de Direito e Portugal necessitam de uma refundação. A sua requalificação, reorganização e revitalização terá, urgentemente, que se operar para que haja uma nova esperança.

O laxismo e a entropia dessas instituições garante a impunidade daqueles que leviana, ilícita e maldosamente lançam e/ou difundem o anátema.

Deixo aqui o meu veemente protesto e a manifestação da minha mais profunda indignação pela forma como alguns tão maltratam e se utilizam do direito, da justiça, do jornalismo e da política.
Assim, NÃO!

Às vítimas desta atitude pequena, baixa e rasca, que mina os pilares fundamentais da República, da Democracia e da sociedade, a minha incondicional solidariedade. Aos autores e aos cúmplices, a minha firme e persistente oposição.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Monárquicos desafiam República a um referendo

"Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada."

Porque não discutir o assunto, pergunto eu?


Será este, porventura, um assunto tabu num país que tem uma das leis mais vanguardistas em relação ao aborto?

Num país em que se discutem abertamente temas como a morte medicamente assistida, vulgo eutanásia?

Num país que se prepara para admitir casamentos entre pessoas do mesmo sexo?

Num país onde se torturam e matam animais só para gáudio dos instintos mais primários do animal Homem?


Quando será Portugal capaz de ultrapassar o síndrome do “Cabo da Boa Esperança” da sua própria intelectualidade?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Convite à Evocação de Alguns Símbolos da Nacionalidade Portuguesa

Bandeira da União Europeia








Bandeira da República








Bandeira da Monarquia










Fernão de Magalhães