domingo, 13 de dezembro de 2009
Assim, NÃO!
Porque é que a PJ, reiterada e impunemente, permite, de maneira selectiva, que informação classificada seja publicada? Porque é que jornalismo e informação cada vez mais são antónimos?
Tal como o PS no concelho da Maia parece que também algumas das mais importantes instituições em que assentam o Estado de Direito e Portugal necessitam de uma refundação. A sua requalificação, reorganização e revitalização terá, urgentemente, que se operar para que haja uma nova esperança.
O laxismo e a entropia dessas instituições garante a impunidade daqueles que leviana, ilícita e maldosamente lançam e/ou difundem o anátema.
Deixo aqui o meu veemente protesto e a manifestação da minha mais profunda indignação pela forma como alguns tão maltratam e se utilizam do direito, da justiça, do jornalismo e da política.
Assim, NÃO!
Às vítimas desta atitude pequena, baixa e rasca, que mina os pilares fundamentais da República, da Democracia e da sociedade, a minha incondicional solidariedade. Aos autores e aos cúmplices, a minha firme e persistente oposição.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Fez-se Justiça em Moreira, Maia
O Presidente da Junta de Freguesia de Moreira da Maia substituiu as pessoas representantes do PS nas mesas de voto, para as eleições autárquicas, por nomes estranhos a este partido.
O representante do PS para aquela freguesia, Jorge Catarino Jr., recorreu de tal decisão anómala e arbitrária para o Tribunal Judicial da Maia que deu razão ao recorrente nos seguintes termos:
O Secretário-Coordenador da Secção de Pedras Rubras do PS, Jorge Catarino Jr., por mérito próprio, com a abnegação e o empenho que todos lhe reconhecem, prestou mais um excelente serviço à Democracia e ao Partido Socialista.
Esta vitória, estóica e solitariamente obtida pois, ao que se sabe, não teve qualquer apoio da direcção concelhia do partido, tem ainda mais sabor por se constituir num excelente diurético contra a obesidade mórbida, política e intelectual duns quantos caciqueiros e controleiros que pululam à sombra e/ou no interior dos partidos políticos e do poder.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Tribunal Constitucional profere Acordão negando provimento ao recurso apresentado pelo líder do PS Gueifães, Hélder Ribeiro
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Independentes - Vila Nova da Telha
No entanto, é importante esclarecer que uma candidatura independente é uma candidatura sem corpo, sem voz activa e sem representatividade na Câmara Municipal da Maia.
O senhor Pinho Gonçalves sabe bem que não há democracia sem partidos.Se o que pretende é o melhor para Vila Nova da Telha, então o Sr. Pinho Gonçalves sabe bem que uma candidatura partidária (seja ela do PS ou de outro partido) tem mais força de reinvindicar e exigir mais e melhores condições para a freguesia do que uma candidatura independente.
E dou-lhe um exemplo desta incapacidade dos independentes de reinvidicarem, de ao serem independentes não serem benéficos para a freguesia e para os Vilanovenses:
Vila Nova da Telha é hoje a freguesia da maia com mais pólos de bairros sociais.Antes de ser uma candidatura independente no executivo da junta de freguesia de Vila Nova da Telha não era assim!
A pergunta que fica é esta: Porque será que Vila Nova da Telha tem essa capacidade de atrair assim tanto bairros sociais.Eu explico-lhe:
É que o actual executivo da Câmara Municipal rapidamente percebeu que os indepedentes de Vila Nova da Telha não seriam oposição e que aqui podia-se fazer tudo.
Porque será que Vila Nova da Telha é a única freguesia da Maia que não tem candidatura do PSD? Pergunte a sí próprio:
Acha que Vila Nova da Telha e os Vilanovenses estão melhor hoje do que há quatro anos atrás?
Uma última nota.
A candidatura do Partido Socialista à Junta de Freguesia de Vila Nova da Telha não é uma candidatura de um homem só.
Isso é arrogância e prepotência e é assumir que a freguesia é o seu pequeno reino.
E isso sim, é passar um atestado de ignorantes aos eleitores de Vila Nova da Telha.
A candidatura do PS a Vila Nova da Telha é uma candidatura de uma equipa multidisciplinar, com diferentes capacidades e disposta a trabalhar com todos (inclusivé independentes) para garantir mais e melhor para a nossa freguesia.
Porque para nós o melhor desta freguesia são as pessoas!
Por fim desejo-lhe uma boa campanha e da nossa parte apresentamos a nossa inteira disponibilidade para discutir este e qualquer outro assunto que represente uma mais valia para Vila Nova da Telha e para os Vilanovenses.
Melhores cumprimentos
Paulo Rodrigues
www.maisvilanova.com
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Independentes (I)
Depois do motivante ensaio sobre "Candidaturas Independentes" do prezado colunista Joaquim Jorge, aqui fica mais um exemplo a somar ao rol enunciado no referido artigo de opinião.
Pena seja que este exemplo, cujo programa eleitoral incerto, alternativo e opcional em si próprio, tenha apenas uma única condição:
"A de que o Eng. Bragança Fernandes seja vencedor nas próximas eleições de Outubro".
Aqui fica um mau exemplo absolutamente inconciliável com o pressuposto de uma candidatura independente e até com a própria designação. Uma candidatura independente, dependente da vitória de um determinado partido. Esclarecedor.
Os exemplos de candidatos independentes cuja motivação, por incompatibilidades ou exclusão dos seus partidos de origem, embora esvaziada de políticas alternativas às dos partidos, são-no pelo menos fiéis ao propósito inscrito, de independentes, autónomos e emancipados.
Parece-me que não será desta que o anseio do aludido cronista, com quem partilho, de um dia assistir a uma verdadeiramente candidatura independente dos partidos seja, por agora, uma miragem.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Independentes
Para quê tanto trabalho?
Apresentar lista, dialogar com os militantes, submeter-se a votação, ser possível ganhar ou perder. Ai!!! Perder, isso é que nunca!
Ufa, mas que canseira e que desperdício!
Para a jovem não é assim que funciona. As coisas têm de ser como ela quer!
E ponto final, senão…
…Ela demite-se.
Ah, pois é! Ela demite-se! Ou se faz o que ela quer ou ela demite-se de todas as listas no Partido!
E dos cargos que o Partido lhe deu, também deles se demitirá?...
Diz no jornal que a sua posição é inamovível – i na mo ví vel, bela palavra – e que garante total solidariedade ao “eleito”, vá ele pelo PS ou como independente.
Se, para alguns, isto poderá parecer bizarro a mim parece-me uma notícia de grande coerência política. É sabido que a dita jovem fez a sua carreira política à sombra de Narciso Miranda e agora, naturalmente, talvez queira arranjar pretexto para integrar a lista de independentes contra Guilherme Pinto.
Donde, ao defender também uma lista de independentes a Gueifães só pode ser para a inserir no movimento de Narciso Miranda que é contra o PS e contra José Sócrates.
E se independentes nunca me convenceram, que melhor maneira para terminar do que citar um insuspeito e aguerrido adversário político:
“É esta ausência total de coerência e de verdade que põe em causa a crença na Democracia e nos partidos políticos, ao transformarem a Política num mero jogo manipulador da conquista do Poder a qualquer preço. A Responsabilidade é a outra face da Liberdade. Quem não domina os seus instintos e ambições mais primários, normalmente torna-se agente de comportamentos irresponsáveis e não pode gozar de Liberdade, ficando prisioneiro de um determinismo natural ao perder o controle da vontade. Estas situações são, infelizmente, cada vez mais frequentes. Por consequência a exigência de ética na política, sempre foi, e continuará a ser, a minha primeira preocupação.
Já não sou propriamente um jovem, mas preocupa-me muito o futuro da Juventude, sobretudo quando os jovens ficam prisioneiros de falsos valores e de interesses pessoais, que são a negação dessa nobre actividade do Espírito que é a Política como serviço público.
Os mais velhos têm a obrigação moral de serem exemplos edificantes para os mais novos.” (Mário Moreira Duarte)
Nem mais!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Estatuto Político dos Açores

O que não se percebe e muito menos se apoie é mais uma atitude incompreensível e a dualidade de critérios deste Presidente da República, Cavaco Silva, que parece ter dois pesos e duas medidas em relação a territórios diferentes do mesmo País, Portugal, como é notoriamente o caso da Madeira.

Quando, há poucas semanas, Os Deputados da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira José Manuel Coelho e João Paulo Baltazar do PND foram fisicamente acossados no átrio do edifício e suspensos ad hoc por ordem do PPD/PSD, Cavaco Silva não esboçou, como garante do normal funcionamento das instituições democráticas, qualquer reparo ou posição...Temo que, por analogia com os EUA, esta seja a era "Bush" à portuguesa... plena de erros e equívocos... ou não!...

