Mostrar mensagens com a etiqueta socialista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta socialista. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Força Ministra!

Penso que o diálogo, a discussão e o confronto de ideias e opiniões são, numa Democracia madura e moderna, fundamentais para a obtenção dos melhores resultados em qualquer domínio. Contudo, é também basilar que se respeite a opinião que nas urnas o Povo manifestou. É essa a responsabilidade maior de quem tem o mandato para governar. É essa autoridade democrática que, hoje em relação à educação, o Governo de Portugal deve exercer.

Neste diferendo em volta da avaliação dos professores está visto que da parte de algumas direcções sindicais o que está em causa já não é uma qualquer questão laboral mas sim derrubar a ministra e fragilizar o mais possível o governo, no velho registo de quanto pior melhor.

O novo Estatuto do Aluno e a Avaliação dos Professores são instrumentos fundamentais integrantes de uma estratégia global para a Educação facilitadores de avanços civilizacionais que catapultem Portugal para patamares desenvolvimentais ao nível dos países do norte da Europa.

Como pai, psicólogo, formador de formadores e socialista daqui lanço o meu incentivo convicto:

Força Ministra!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Epítetos

Catar os Sóis da Vida cientes da relatividade de ambos (ver Editorial).
Este é o núcleo duro da proposta que se lança aos interventores (internos e externos) do CATASSOL. O que CATASSOL virá a ser depende do que forem aqueles capazes de produzir.
A Visão é cruzar, num registo ecléctico e numa dialéctica consequente, as ideias e as práticas.
Se sabendo isto, epítetam CATASSOL de socialista, por bondade ou por maldade, à luz da ideia base do CATASSOL, estarão apenas a tratar de catar um qualquer sol das suas próprias vidas. Ainda bem, então, pois será sinal de que a proposta já frutifica.
Finalmente, uma palavra de estímulo para todos os que militam, para todos aqueles que se entregam a causas, que acreditam numa ideia, numa ideologia e que seguem convictamente um caminho.
Socialistas ou de outras ideologias, o que não precisamos, tal como diz Miguel Veiga, fundador do PSD, é de políticos moles. De vira-casacas, sem ideologia, sem valores, sem pensamento e praxis, que constantemente se reposicionam mas que, pasme-se, também são úteis e necessários até pela comicidade dos argumentos com que se justificam, pelos comportamentos que exibem e pelo contraponto que disponibilizam.
É isto a Vida. E é assim que ela é bonita.