Alguns comportamentos do tempo do PREC têm vindo a "notabilizar" alguns (ainda) militantes do PS Maia que o tomaram de assalto, sequestrando os militantes livres, os Estatutos e as Leis que ousem atravessar-se no seu caminho. À medida que se vão conhecendo mais peças deste imbricado puzzle, começa a fazer sentido que tal infiltração tenha origem no congénere do PSD. Se não, porquê as tréguas?
Se nos tempos do verão quente de 75 estava na moda o slogan "a terra a quem a trabalha", nas terras do Lidador a Câmara da Maia e a Junta de Vila Nova da Telha, numa parceria unitária e nostálgica, reinventam-no:
Se nos tempos do verão quente de 75 estava na moda o slogan "a terra a quem a trabalha", nas terras do Lidador a Câmara da Maia e a Junta de Vila Nova da Telha, numa parceria unitária e nostálgica, reinventam-no:
A terra a quem a joga!
Vai daí, como se pode retirar do artigo de Raquel Catarino, se o Clube de Futebol de Pedras Rubras quer um estádio novo e a autarquia não tem terreno, então ocupe-se um terreno particular, construa-se o estádio e não se pague ao “latifundiário” proprietário.

Temo que, hoje com outros protagonistas, a Democracia continue em perigo e o reboar surdo do “força, força companheiro Vasco, nós seremos a muralha de aço” paire no ar.
Cerremos fileiras.












































